Ir direto para menu de acessibilidade.
Você está aqui: Página inicial > Materiais para os Cursos
Início do conteúdo da página

Material dos Cursos

Publicado: Segunda, 21 de Setembro de 2020, 14h26 | Última atualização em Terça, 06 de Abril de 2021, 14h06 | Acessos: 2600

 Fontes de Acesso Aberto

A Biblioteca Clóvis Vergara Marques (BCVM), do IFRS/Campus Porto Alegre, está disponibilizando, neste espaço, Fontes de Acesso Aberto. Tais conteúdos poderão ser utilizados por toda a comunidade acadêmica em atividades de Ensino, de Pesquisa e de Extensão, desde que, respeitados os preceitos da Lei de Direito Autoral, LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998., com a respectiva indicação da fonte utilizada.

Caso seja identificado, em nosso Portal, documento armazenado que não esteja em conformidade com as configurações das Fontes de Acesso Aberto, relate o fato à Coordenação da Biblioteca através do e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.r, que, de pronto, o material será excluído do Portal.

Sobre o Acesso Aberto

Acesso aberto, do inglês Open Access, é “a livre disponibilização na Internet de literatura de carácter científico, permitindo a qualquer utilizador pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir o texto integral de artigos e outras fontes de informação científica”, sendo o limite para a reprodução e distribuição o direito do autor sobre a integridade e crédito de sua obra, assim como sua citação adequada. (LILACS, 2012).

ACESSO aberto e conteúdo online na LILACS. LILACS, São Paulo, 20 abr. 2012. Componentes de Metodologia. Disponível em: http://metodologia.lilacs.bvsalud.org/php/level.php?lang=pt&component=74&item=65. Acesso em: 09 set. 2020.

 

Menu para navegação local:  Licenciatura em Ciências da Natureza | Tecnologia em Gestão Ambiental | Tecnologia em Processos Gerenciais | Tecnologia em Sistemas para Internet |Especialização em Gestão Empresarial | Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) | Mestrado Profissional em Informática na Educação (MPIE) |Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (ProfNit)

 

Curso Técnico em Biblioteconomia

  • BECK, IngridO Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos e a Formação de Profissionais em Conservação no Brasil: necessidades e perspectivas. 
  • BECK, Ingrid. Projeto cooperativo: conservação preventiva em bibliotecas e arquivos. Arquivos & Administração, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1/2, p. 5-34, jan./dez. 1999. (Associação dos Arquivistas Brasileiros). 
  • CASSARES, Norma. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.  (Projeto Como Fazer, n. 5)
  • CARVALHO, Abigail de Oliveira. Função gerencial: direção de biblioteca. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v.5, n.1, p. 60-71, mar., 1976. 
  • CORADI, Joana P., STEINDEL, Gisela E. Técnicas básicas de conservação e preservação de acervos bibliográficos. In: Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 13, n. 2, p. 347- 363, jul./dez. 2008.
  • OGDEN , Sherelyn (ed.). Armazenagem e manuseio. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto de Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos; Arquivo Nacional, 2001.

  • SPINELLI JUNIOR, Jayme. Introdução à conservação de acervos bibliográficos. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 1995. 
  • VIANA, J.A .R. Planejamento estratégico : um instrumento para a gerência de bibliotecas universitárias . In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 11., 2000, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: UFSC, 2000. p. 1-17 . 

 

CURSO TÉCNICO EM BIOTECNOLOGIA

 

 Curso Superior de Licenciatura em Ciências da Natureza: Biologia e Química

  Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental

Legislação:

  • BRASIL. Presidência da República. Casa CivilLEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências.
  • BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.  LEI Nº 7.661, DE 16 DE MAIO DE 1988. Institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e dá outras providências.
  • BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.  LEI Nº 9.433, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, [...].                                                                                                                  
  • RIO GRANDE DO SUL. LEI Nº 11.520, DE 03 DE AGOSTO DE 2000. Institui o Código Estadual do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. REVOGADA pela Lei n.º 15.434, de 9 de janeiro de 2020.
  • BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.  LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001. Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências.                                                                                                      
  • BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.  LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.
  • RIO GRANDE DO SUL.  Lei Nº 15.434, de 9 DE JANEIRO DE 2020. Institui o Código Estadual do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul.  
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO CONAMA Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 1986.  Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para a avaliação de impacto ambiental.   Alterada pela Resolução nº 11/86 (alterado o art. 2º) ·  Alterada pela Resolução no 5/87 (acrescentado o inciso XVIII) ·   Alterada pela Resolução nº 237/97 (revogados os arts. 3º e 7º).                                                                                                                                                      
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO CONAMA nº 3, de 28 de junho de 1990. Dispõe sobre padrões de qualidade do ar, previstos no PRONAR. Complementa a Resolução no 5/89.
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil), RESOLUÇÃO CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997. Dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental.                                                                                                                
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO CONAMA Nº 307, de 5 DE JULHO DE  2002 . Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.                                                                                                                                                                   
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO No 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências. Alterada pela Resolução 410/2009 e pela 430/2011.                                                                                                                                                                  
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO CONAMA nº 358, DE 29 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre o tratamento e a disposição fi nal dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências. Revoga as disposições da Resolução no 5/93, que tratam dos resíduos sólidos oriundos dos serviços de saúde, para os serviços abrangidos no art. 1º desta Resolução. · Revoga a Resolução no 283/01.                                                                            
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil).  RESOLUÇÃO Nº 420, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de substâncias químicas e estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades antrópicas. Alterada pela Resolução CONAMA nº 460/2013 (altera o prazo do art. 8º, e acrescenta novo parágrafo).                                                                                                                                                                                                                                                               
  • CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). RESOLUÇÃO No 430, DE 13 DE MAIO DE 2011. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA. Complementa e altera a Resolução nº 357/2005.                                                                                                                                                                                                                          
  • AGÊNCIA NACIONAL DAS ÁGUAS (Brasil). RESOLUÇÃO Nº 724 DE 03 DE OUTUBRO DE 2011. Agência Nacional de Águas.                                                                          
  • CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (Rio Grande do Sul). Resolução CONSEMA N.º 288/2014. Atualiza e define as tipologias, que causam ou que possam causar impacto de âmbito local, para o exercício da competência Municipal para o licenciamento ambiental, no Estado do Rio Grande do Sul. Alterada pelas Resoluções 291/2015, 323/2016 e 347/2017. 

NRs:

Bibliografia:

Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais

 Bibliografia:

  • CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INDUSTRIASMobilização empresarial pela inovação: cartilha: gestão da inovação. Brasília: [SEBRAE], 2015.
  • DOUGLAS, Mary. O mundo dos bens, vinte anos depois. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 13, n. 28, p. 17-32, jul./dez. 2007
  • KERZNER, Haroldo. Project management:  a systems approach to planning scheduling, and conrolling . 10th ed. New Jersey: John Wiley& Sons, 2009. 
  • PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. A guide to the Project management body of knowledge: PMBOK guide. 6. ed. Newtow, PA: Project Management Institute, 2017.

      Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet

Bibliografia:

  • D-CC & D-C++ Compiler Suites : C Library Reference Manual: version 4.2 10/98. Foster City,California: Diab Data, 1998.
  • HAGOS, Ted. Learn android studio 3: efficient android app development. New York: Press Media, 2018
  • LABORATÓRIO de IPv6: aprenda na prática usando um emulador de redes. São Paulo : Novatec Editora, 2015. 

  • MANUAL de Oslo: diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. 3. ed. [S.l.]: OECD, 1997.

  • PRODANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de . Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. Ed. Novo Hamburgo: FEVALE, 2013.
  • RATZMAN, Manfred; YOUNG, Clinton. Software testing and internalization. Salt Lake City: Lemoine International, 2003.
  • REBOLO, Carlos. Introdução à linguagem C. São Paulo: CENAPAD, 2013.
  • UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho - São Paulo. Apostila de Treinamento: SAS Programação I : introdução ao SAS: Data Step e Proc Step. ver. São Paulo: UNICAMP, 2016. 

Curso de Especialização em Gestão Empresarial 

Bibliografia:

  • CHIOCHETTA, João Carlos. Proposta de um modelo de governança para parques tecnológicos. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2010.
  • DOUGLAS, Mary. O mundo dos bens vinte anos depois. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 13, n. 28, p. 17-32, jul./dez. 2007.
  • ETZKOWITZ, H.; LEYDESDORFF, L. The dynamics of innovation: from National Systems and ‘‘Mode 2’’ to a Triple Helix of university–industry–government relations. Research Policy, v. 29, p, 109–123, 2000.
  • FIGLIOLI, Aline. Perspectivas de financiamento de parques tecnológicos: um estudo comparativo. 2007. Dissertação (Mestrado em Administração de Organizações) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2007.
  • GIUGLIANI, Eduardo. Modelo de Governança para Parques Científicos e Tecnológicos no Brasil. Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2011.
  • LEIDESDORFF, L.; ETZKOWITZ, H. The Triple Helix as a model for innovation studies. Science & Public Policy, v. 25, n. 3, p. 195-203, 1998.

Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT)

Legislação:

  • BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB Nº 1, de 5 de julho de 2000.  Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB nº 11/2000/DF. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília: Câmara de Educação Básica, 10 maio 2000. Diário Oficial da União: seção 1, p. 13, Brasília, DF, p. 15, 9 jun. 2000.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução Nº 4, de 13 de julho de 2010.  Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
  • BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP Nº 2/2015/DF. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, 25 jun. 2015. Diário Oficial da União: seção 1, p.  32, 25 jun. 2015.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Gabinete do Ministro.  Portaria Normativa Nº 17, de 28 de dezembro de 2009. Diário Oficial da União nº 248 (terça-feira) – Seção 1 – Pág. 20 ,2009. Dispõe sobre o mestrado profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES.

  • BRASIL. Presidência da República.  Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

  • BRASIL. Presidência da República.  Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Brasília, 2014.

Bibliografia:

  • ANDRÉ, M. E. D. A. Formação de professores: a constituição de um campo de estudos. Educação, Porto Alegre, v.33, n. 3, p. 174-181, set./dez. 2010. Dossiê.
  • ANDRÉ, Marli et al. Estado da arte da formação de professores no Brasil. Educação e sociedade, Campinas, v.20, n.68, p.301-309, dez. 1999. 

  • ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Pedagogia das diferenças. In: ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de (org.). Pedagogias das diferenças na sala de aula. São Paulo, SP: Papirus, 2012. p. 11-26. ISBN 9788530805722

  • ARAÚJO, A. C..; SILVA, C. N. N. Ensino Médio Integrado no Brasil: fundamentos, práticas e desafios. Brasília: Ed. IFB, 2017.                                                            
  • ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima; FRIGOTTO, Gaudêncio. Práticas pedagógicas e ensino integrado. Revista Educação em Questão, v. 52, n. 38, p. 61–80, 2015.
  • BALBINO, J.N.; SILVA, H.F.N; QUEIROZ, F.C.P. O estágio de desenvolvimento da gestão do conhecimento nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, v. 6, n. 2, p. 80-98, 2016.
  • BALL, D. L.; THAMES, M. H.; PHELPS, G. Content knowledge for teaching: What makes it special? Journal of Teacher Education, New York, v. 59, n. 5, p. 389 - 407, nov./dez. 2008
  • BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania. Brasília: Secretaria de Educação Básica, 2004. (Programa Nacional de Fortalecimento de Conselhos Escolares; Caderno 1).

  • BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.  PROEJA:  Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos: educação profissional técnica de nível médio / ensino médio. Brasília: SETEC/MEC, 2007.

  • BRASIL. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília, CORDE, 1994.

  • BEAUCHAMP, Jeanete; NASCIMENTO, Aricelia Ribeiro do; PAGEL, Sandra Denise (Org.)Indagações sobre currículo: educando e educadores : seus direitos e o currículo. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretara de Educação Básica, 2007.                                                                                                                        
  • CARDOSO, Aliana Anghinoni. Professores? Sim! Os saberes docentes e os professores da Educação Profissional. Orientador: Mauro Augusto Del Pino. 2012. 147 p.  Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação. Programa de Pós-graduação em Educação. Universidade Federal de Pelotas. 2012.
  • COSTA, M. A. da. Políticas de formação de professores para a educação profissional e tecnológica: cenários contemporâneos. Orientador: Robson Luiz de França. 2012. 231 p. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Uberlândia. Programa de Pós- graduação em Educação. Uberlândia, 2012. 
  • DAGNINO, R. et al. Tecnologia social: ferramenta para construir outra sociedade. Campinas: IG/Unicamp, 2009.
  • DESPRESBITERIS, Lea. Confissões de uma educadora: o longo caminho de um aprendizado da avaliação. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, n. 18, p. 33-66, 1998.

  • DINIZ-PEREIRA, Júlio Emílio. A construção do campo da pesquisa sobre formação de professores. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 22, n. 40, p. 145-154, jul./dez. 2013.
  • FERNANDES, F.C.M. Gestão dos Institutos Federais: O Desafio do Centenário da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. Holos, v. 2, p. 3-9, 2009
  • FRANCO, Jussara Botelho; MOLON, Susana Inês. Espaço educativo não formal: ensinando e aprendendo em uma perspectiva socioambiental e de classe. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, Rio Grande, v.17, p.42-51, jul./dez. 2006.

  • FREITAS, Rony C. de Oliveira. JORDANE, Alex. Material didático de matemática para o PROEJA: uma construção colaborativa. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 1., 2009. Ponta grossa. Anais [...]. Ponta Grossa: UTFPR, 2009. s.p.

  • FREITAS, R. C. O. Produções colaborativas de professores de matemática para um currículo integrado do Proeja-Ifes.Tese (Doutorado) – Doutorado em Educação, Programa de Pós Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2010. Disponível em:  http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/nometese_4EIRA%20FREITAS.pdf. Acesso em 09/05/2018.

  • FRIGOTTO, Gaudêncio. A polissemia da categoria trabalho e a batalha das ideias nas sociedades de classe. Revista Brasileira de Educação. v. 14, n. 40, p. 168-194, jan./abr. 2009.
  • GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. São Paulo em Perspectiva, São Paulo,  vol.14, n.2, p. 03-11. 2001. 

  • GODINHO, Ana Cláudia Ferreira. O formal e o não formal na trajetória formativa de educadoras de jovens e adultos na perspectiva da educação popular. In: REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO, 30, 2007, Caxambu. Anais [...]. Caxambu: ANPEd, 2007.

  • GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: Aval. Pol. Públ. Educ., Rio de Janeiro, v.14, n.50, p. 27-38, jan./mar. 2006.

  • GUIMARÃES, Y. A. F.; GIORDAN, M. Instrumento para construção e validação de sequências didáticas em um curso a distância de formação continuada de professores. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 8., 2011, Campinas. Anais [...].  Campinas: 2011. s.p.

  • INEP. Formação de Professores para Educação Profissional e Tecnológica: Brasília, 26, 27 e 28 de setembro de 2006.  Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2008. (Educação Superior em Debate, v. 8).                                                                                                                   
  • LIBÂNEO, J. C.. Tendências pedagógicas na prática escolar. Revista da Ande, São Paulo, v. 3, nº 6, p. 11-19., 1982.
  • LOPES, Alice Ribeiro Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro, RJ: EDUERJ, 2008.   

  • LOUREIRO, Luis Humberto Ferrari. Como nos tornamos formadores na roda da licenciatura para a educação profissional e tecnológica. Orientadora: Maria do Carmo Galiazzi. 2013. 187 p. Tese (Doutorado em Educação) -  Universidade Federal de Rio Grande. Programa de Pós- graduação em Educação Ambiental. Rio Grande, 2013.  Versões impressa e eletrônica.
  • MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem sobre as noções de raça, racismo, identidade e etnia. In:  Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESBRJ, 3, 2003, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: PENESB-RJ, 2003. [s.p.].

  • NEVES, Lúcia M. W.; PRONKO, Marcela A. O mercado do conhecimento e o conhecimento para o mercado: da formação para o trabalho complexo no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: EPSJV/Fiocruz, 2008.
  • PACHECO, Eliezer. Institutos Federais: uma revolução na educação profissional e tecnológica.

  • PACHECO, Eliezer Moreira. Fundamentos político-pedagógicos dos Institutos Federais: diretrizes para uma educação profissional e tecnológica transformadora. Natal, RN: IFRN, 2015. ISBN 9788583331476
  • PAULA JÚNIOR, Francisco Vicente de. Profissionalidade, profissionalização, profissionalismo e formação docente. Scientia, n. 1, p. 01 - 191, Jun/Nov. 2012. 

  • PRYJMA, Marielda Ferreira; OLIVEIRA, Oséias Santos de (org.). O desenvolvimento profissional docente em discussão. Curitiba, PR: UTFPR, 2016.   

  •  SAVIANI, Demerval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Revista Brasileira de Educação, Campinas, v. 14, n. 40, p. 143-155, jan./abr. 2009.

  • SAVIANI, Dermeval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação. v. 12, n. 34, p. 152-180, jan./abr. 2007.            
  • ESCOTT, C.M. A participação como indicador de inclusão social na educação superior. Revista de Educação do Cogeime. Vol. 24, No 46, 2015.                        
  • SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, Porto Alegre, v.16, n.2, p.5-22, jul./dez. 1990.                                              
  • SHULMAN, Lee S. Conhecimento e ensino: fundamentos para a nova reforma. Cadernos Cenpec, São Paulo, v.4, n.2, p.196-229, dez. 2014.                              
  • SOFFNER, Rosemary. Desenvolvimento, aprimoramento e consolidação de uma educação de qualidade. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Brasília: CNE/UNESCO, 2014. 79 p. Projeto 914BRZ1142.3 CNE/UNESCO, Brasília.
  • SKOVSMOSE, Ole. Cenários para Investigação. Bolema – Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, v. 13, n. 14, p. 66-91, 2000.

  • VIEIRA, Sofia Lerche. Política(s) e Gestão da Educação Básica: revisitando conceitos simples. In: RBPAE, v.23, n.1, p. 53-69, jan./abr. 2007.

Mestrado Profissional em Informática na Educação (MPIE)

Legislação:

  • BRASIL. Decreto Nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.

Bibliografia:

  • DALE, Roger. Globalização e educação: demonstrando a existência de uma “Cultura Educacional Mundial Comum” ou localizando uma “Agenda Globalmente Estruturada Para A Educação”?. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 87, p. 423-460, maio/ago. 2004.

  • Elias, T. Learning analytics: definitions, processes, and potential, 2011. 22 p.

  • ERCHT, M. Computação afetiva: vínculos com a psicologia e aplicações na educação. In: CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DE SÃO PAULO. (Org.). Psicologia & Informática: produções do III Psicoinfo e II jornada do NPPI. São Paulo: Conselho Regional de Psicologia, 2006, v., p. 106-115.

  • Griffiths, D. The implications of analytics for teaching practice in higher education. Bolton: JISC CETIS, 2013. 23 p.  (Analytics Series, Vol.1, No 10).

  • Kraan, W.; Sherlock, D. Analytics tools and infrastructure. Bolton: JISC CETIS, 2013. 24 p. (Analytics Series, Vol.1, No 11). 

  • LUCK, Heloisa. A evolução da gestão educacional a partir da mudança paradigmática. In: CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE EDUCAÇÃO.  Programa de Capacitação de Gestores. [Salvador: Secretaria de Educação (Bahia), [2000].
  • WEHRLE, T.; KAISER, S. Emotion research and AI: some theoretical and technical issues. FPSE: Section de Psychologie, Geneva,n. 9, 1988. [Preprint].

     

    LINKS IMPORTANTES

  • IBGE. Normas de apresentação tubular. 8. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Disponível em: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0B4lU66eRW_yqNEd1UFNsbjkyeEU. Acesso em: 19 mar. 2021. 
  • SILVEIRA, Filipe Xerxeneski (org.). Fontes de acesso aberto: Sistemas para Internet (SSI). 
  • SISTEMA DE BIBLIOTECAS DO IFRS. SILVEIRA, Aline Terra et al (org.). Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos. Bento Gonçalves: IFRS, 2019.  E-book (62 p.). ISBN 978-65-86734-06-5.

     

     

 

Fim do conteúdo da página